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CPI do Moon: deputado Jerson analisa recuo da seita

25/10/2002 - 16:10 Por: Assessoria de Imprensa/ALMS   

<P>Em entrevista a TV Assembléia&nbsp;o deputado Jerson Domingos (PSL), presidente da CPI do Moon,&nbsp;disse não concordar com a afirmação de que as investigações realizadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito que analisa&nbsp;a&nbsp;Associação para Unificação das Famílias e Paz Mundial seja responsável pela não execução&nbsp;dos projetos da seita&nbsp;no Estado. O comentário feito pelo representante&nbsp;da Associação no Mato Grosso do Sul, Simão Ferabolli, não teria&nbsp;justificativa segundo o presidente da CPI. </P><P>"É inadmissível que se diga que a CPI seja a culpada pelo fato de que em quase oito anos de permanência no nosso estado eles (dirigentes da AUFPM) não possam explicar o porquê da sua vinda ao Brasil e o que pretendem fazer com os quase 100 mil hectares adquiridos", disse o deputado Jerson Domingos.</P><P>A Comissão que&nbsp;entrega seu relatório final até o dia 14&nbsp;de dezembro,&nbsp;pretende&nbsp;ouvir novos depoentes através de&nbsp;audiências públicas. Segundo o deputado&nbsp;os convocados&nbsp;terão em comum o fato de estarem também sendo citados no inquérito da Polícia Federal que investiga a Associação. </P><P>O presidente da CPI adiantou que&nbsp;questões como a criação de instituição de ensino na cidade de Jardim com capacidade de receber de 400 a 500 crianças e que faria parte de uma estratégia de divulgação&nbsp;da seita e de "indução" da população recebem&nbsp;destaque no relatório;&nbsp;também serão fornecidos resultados das&nbsp;apurações sobre a intenção por parte da Associação&nbsp;de&nbsp;se constituir uma nação coreana no estado&nbsp;através vinda de grande número de&nbsp;mulheres grávidas&nbsp;de nacionalidade coreana (crime previsto no art. 49 do Código Penal Militar); sonegação fiscal por meio&nbsp;da entrada irregular de divisas&nbsp;no Estado;&nbsp; uso indevido da extensa faixa de terra&nbsp;adquirida; desobediência às leis trabalhistas e ambientais&nbsp;brasileiras; além do patrimônio declarado da seita que não corresponde ao patrimônio adquirido.&nbsp;</P>
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