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Assembleia Legislativa revive os 64 anos do jornal O Progresso

Imagem: Exposição de capas histórias do jornal O Progresso pode ser conferida no saguão da ALMS.
Exposição de capas histórias do jornal O Progresso pode ser conferida no saguão da ALMS.
16/09/2014 - 09:34 Por: Talitha Moya    Foto: Wagner Guimarães

Ao som de músicas regionais cantadas pelo Coral da Assembleia Legislativa, foi lançada nesta terça-feira (16/9), a exposição de capas históricas do jornal O Progresso. As edições do diário mais antigo do Estado, que completa 64 anos de circulação ininterrupta, ficarão a mostra até o dia 21 de setembro no saguão de Casa de Leis.

O lançamento da exposição foi prestigiada por autoridades como o governador André Puccinelli, que reforçou a importância do impresso para o jornalismo do Estado. “É um dos bons diários de Mato Grosso do Sul e merece todo o respeito por sua tradição, proficiência e competência”, afirmou.

Para a diretora-presidente do jornal, Adiles do Amaral Torres, a exposição é uma maneira de trazer ao público a história do diário mais antigo de Mato Grosso do Sul. O Progresso foi fundado em 1921 em Ponta Porã por José Passos Rangel Torres. Sua circulação foi até 1925. O jornal veio a reviver 26 anos depois, em 1951, na cidade de Dourados, pelo filho Passos, o advogado Weimar Gonçalves Torres, que faleceu em 1964.

Neste ano, Adiles, esposa de Weimar, assumiu a direção do jornal. “Foi muito difícil, mas hoje vendo toda a história que construímos vejo que cada esforço valeu a pena”, frisou a diretora.

Proponente da exposição na Assembleia, o deputado estadual Laerte Tetila (PT) afirmou que o jornal ganhou credibilidade junto às autoridades sul-mato-grossenses por se manter imparcial diante dos fatos. “O Progresso é o guardião da memória histórica de Dourados e região. Trata-se de uma mídia importantíssima que não só registrou os acontecimentos, mas também deu rumos e direções com seu espírito crítico”, informou.

A mostra na Assembleia Legislativa faz parte de um circuito de exposições sob a curadoria do artista plástico Jonir Figueiredo. Passará por universidades da Capital até o encerramento no Centro Cultural José Octávio Guizzo, onde permanece de 21 a 28 de outubro.
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