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Marçal Filho contribuirá com os trabalhos da CPI que investigará as contas de energia

Imagem: Marçal Filho classifica importante a atuação parlamentar no auxílio aos trabalho da CPI que investigará as contas de energia
Marçal Filho classifica importante a atuação parlamentar no auxílio aos trabalho da CPI que investigará as contas de energia
14/11/2019 - 11:50 Por: Christiane Mesquita   Foto: Luciana Nassar

O deputado estadual Marçal Filho (PSDB) afirmou nesta manhã (14), na tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), que contribuirá com os trabalhos que serão executados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as contas de energia, criada na última terça-feira (12). “O empenho de todos os integrantes pode garantir um bom resultado a toda população, desejo a todos um trabalho profícuo e irei contribuir e colaborar, pois devemos estas respostas ao povo de Mato Grosso do Sul. Ajudarei nos trabalhos desta CPI, da forma que eu puder”, registrou.

Marçal Filho também acredita que os deputados federais e senadores deveriam abrir uma CPI que apurasse todo o sistema elétrico do País. “A Agência Nacional de Energia Elétrica [Aneel] deveria também ser investigada. Ela é a responsável pelo custo das tarifas de cada Estado da federação dever ser feita uma CPI do Sistema Elétrico Brasileiro. A agência é que estipula o custo do Kilowatt hora (Kwh), e isso sem contar os impostos que incidem nas contas ou nas bandeiras diferenciadas a cada período do ano”, analisou o deputado.

“Ajudarei nos trabalhos da Comissão de Inquérito, da forma que eu puder. Desde o ano passado devido ao reajuste abusivo nas contas estamos preocupados, pois após a realização de muitas audiências e ouvirmos da empresa que os valores se devem a um gasto a mais no verão, imagino como será neste próximo verão que se aproxima. Já apresentei projetos que beneficiam o consumidor em relação às contas de energia, um deles proíbe a cobrança do valor da conta mensal junto a parcelamento de débitos, multas e fraudes. Estou finalizando um terceiro que versa sobre o valor cobrado retroativamente na leitura quando as últimas três anteriores foram feitas pela média em períodos mais frios, e não in loco”, registrou Marçal Filho.

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