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ALEMS no combate ao Coronavírus

Coronel David diz que equilíbrio nas ações da “saúde e economia vai salvar vidas"

Imagem: Os efeitos da pandemia de coronavírus na economia brasileira podem fazer com que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020 termine com uma retração de 4,4%, segundo estudo feito pelo Centro de Macroeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Os efeitos da pandemia de coronavírus na economia brasileira podem fazer com que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020 termine com uma retração de 4,4%, segundo estudo feito pelo Centro de Macroeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
27/03/2020 - 12:59 Por: Taynara Foglia - DRT 1707   Foto: Assessoria

Durante entrevista à rádio CBN Campo Grande 93,7, na manhã desta sexta-feira (27), o deputado estadual Coronel David (PSL), falou sobre a importância de seguir as restrições impostas pelo Ministério da Saúde, sem deixar a economia do Brasil parar.

“Estamos buscando uma solução para além das medidas de saúde que devem ser adotadas, porque é extremamente importante que nós não coloquemos a vida das pessoas em risco neste momento, mas precisamos nos atentar que o Estado não pode parar, o país não pode parar, porque isso pode ter reflexo muito grande na atividade econômica e certamente vai desencadear uma série de problemas para a economia brasileira”, destacou o parlamentar, reforçando o posicionamento do Presidente Jair Bolsonaro.

Os efeitos da pandemia de coronavírus na economia brasileira podem fazer com que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020 termine com uma retração de 4,4%, segundo estudo feito pelo Centro de Macroeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Se confirmada, seria a maior retração registrada no país desde 1962. O cenário, de acordo com a FGV considera que a economia brasileira sofrerá com efeitos da mesma magnitude que os registrados durante a crise financeira de 2008, dada a redução da atividade global, especialmente nas economias chinesa, europeia e americana. 

“Temos que vencer a crise e isso não será feito com medidas extremas e voltadas para ganhos políticos, e sim com capacidade de gestão, controlando tecnicamente a evolução de pandemia, sem asfixiar a atividade econômica, ou a recessão virá”, alertou. 

Ele defende que as providências técnicas devem ser respeitadas. “Em momento nenhum se pode colocar vidas em risco, por isso a importância das referências médicas com acompanhamento equilibrado e as providências devem ser tomadas garantindo a vida de quem adoeceu, preservando os grupos de risco, e com equilíbrio manter ao máximo a atividade econômica. Tudo isso dentro de um critério técnico e sem intenção de ganho político, porque o momento é de união”, finalizou.

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